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Sete práticas para gerenciar melhor sua equipe

Algumas práticas são capazes de ajudar a tornar a gestão de equipes uma tarefa mais simples e chegar a resultados melhores; confira quais são

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Comandar equipes que trabalham diariamente no mesmo espaço físico, com contato direto e pessoal, é um desafio muito grande. Mesmo que você acompanhe de perto todas as etapas do trabalho, algumas situações vão sair do controle, pois é inevitável que surjam imprevistos ao longo da jornada de um líder.

No caso de quem é responsável pela coordenação de uma equipe de campo, estas situações que fogem do planejado são ainda mais comuns, pois os funcionários nem sempre estarão ao seu alcance. Na verdade, o ideal é justamente o contrário, ou seja, que eles estejam justamente em campo na maior parte do tempo. Além disso, nem sempre é possível fazer a comunicação de maneira direta, o que dá margem para desentendimentos e possíveis erros.

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A história de Bill Gates

William Gates Junior III, apelidado de trinca. De adolescente tímido a homem mais rico do mundo. Conheça a história de Bill Gates.

bill-gates-novoEle iniciou como um adolescente muito tímido, obcecado por computadores e terminou como o homem mais rico do mundo.

Foi na universidade de Washington que a sua mãe, Mary Maxwell Gates, conheceu seu pai, William Gates Junior, os dois se casaram em 1951, quando ela decidiu deixar de seguir a carreira como professora na Universidade de Washington e passou a cuidar da família e prestar serviços de caridade.

William Gates III, nascido em 28 de outubro de 1955, recebeu assim que nasceu apelido de trinca. Segundo seu pai, um dos maiores advogados de grandes empresas, o apelido ocorreu porque o menino se chamou William Gates III, como na família tudo acabava associado aos jogos de cartas e ao número 3, então ficou trinca.

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Turistas também terão que fornecer senhas, contatos e redes sociais aos EUA

Os Estados Unidos devem mesmo estender a política de ‘extreme vetting’, algo como ‘verificação extrema’, mesmo para turistas que vão ao país a passeio, segundo indica reportagem publicada nesta quarta, 4/4, pelo Wall Street Journal. Ou seja, qualquer viajante estará sujeito a abrir os contatos em smartphones, senhas de redes sociais e registros financeiros, além de responder a questionamentos sobre ideologia.

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Contratar gente ruim é fácil, basta seguir estas cinco regras

Parece brincadeira, mas muitas empresas erram no básico na hora de montar suas equipes

Não vou perder seu tempo explicando como ter as pessoas certas dentro da sua empresa faz a diferença, isso você já encontrou por aí. O fato é que o cenário de negócios atual está cheio de incertezas e mudanças, e organizar uma equipe para navegar por esses mares é o que vai garantir que você veja seu sonho virar realidade. Nas próximas linhas explico como você faz para enxotar os melhores candidatos do seu processo seletivo e dificultar muito qualquer plano legal para seu projeto.

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Contas bancárias 100% abertas por smartphones devem chegar a oito milhões no Brasil

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Os bancos brasileiros atingiram, em 2016, um volume superior a 2 milhões de contas bancárias 100% abertas por dispositivos móveis. Desde outubro, há uma média diária de 10 mil contas abertas por smartphones, que vem se mantendo nos primeiros meses de 2017. Os dados são de um estudo feito pela M2sys, empresa especializada em plataformas e serviços de processamento de transações por documentos digitais na América Latina.

O levantamento é uma projeção da própria M2sys, empresa especializada em serviços de documentação digital para vários tipos de empresas, universidades, seguradoras, corretoras de seguro, imobiliárias, bancos, supermercados e órgãos de governo. Os dados do levantamento foram obtidos com base em informações divulgadas pelos principais bancos tradicionais e dos novos bancos de varejo “sem agência”, além de dados do Banco Central.

Uma das vantagens do sistema é que os usuários não necessitam digitar grandes quantidades de dados, bastando capturar a imagem dos documentos exigidos através da câmera do celular. Com este tipo de serviço para bancos, a M2sys ampliou consideravelmente o volume de documentos digitais processados em sua plataforma, atingindo em 2016 o montante de 200 milhões de documentos, o que eleva para mais de 1 bilhão o total de transações processadas pela empresa via imagem nos últimos 10 anos.

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86% das empresas brasileiras operam com pelo menos uma irregularidade

Quantidade de documentos, taxas, alvarás e também a queda no faturamento são causas

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Lindolfo Paiva tem uma rede de franquias com 77 unidades. Para dar conta da documentação e dos impostos, contratou três escritórios de contabilidade e montou um departamento jurídico. Mas, na semana passada, soube pela reportagem do ‘Estado’ que sua empresa estava operando de maneira irregular, segundo apontamentos no site da Secretaria da Fazenda da Prefeitura de São Paulo.

“Não consigo imaginar onde ou como estou devendo”, afirma. “Não acho que seja (falta de pagamento de) imposto. Deve ser algum papel que a contabilidade deixou de entregar”, explica ele, que diz sempre participar de licitações e, para evitar problemas, retirar pelo menos duas vezes por ano certidões negativas de débitos. “Mesmo assim, algumas vezes eu quase perdi o prazo porque foram apontados débitos que, como agora, não sabíamos explicar.”

Segundo pesquisa da FGV-SP, Lindolfo Paiva não é exceção, mas regra. A quantidade de documentos, alvarás, taxas e também a inadimplência motivada pela queda no faturamento das empresas, consequência da recessão econômica, fazem com que 86% das quase 18 milhões de empresas brasileiras ativas tenham pendências com os órgãos de fiscalização municipais (secretarias da Fazenda), federais (Receita Federal) ou com o FGTS. A fiscalização estadual não entrou na pesquisa.

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As multas, o fisco e o contribuinte

A preocupação dos empresários com relação as pesadas multas que o Fisco aplica aos contribuintes vem aumentando desde o início de 2017.
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Isso se deve por conta da aprovação da medida provisória 765/16, que cria um “bônus de eficiência” para os auditores-fiscais. Com isso a preocupação maior é que cada vez mais empresas venham a ser notificadas, e penalizadas, e que se crie uma “indústria da multa” no Brasil.
Para o Fisco é muito bom, pois aumenta a arrecadação, e para os fiscais também, que ganham o bônus, mas para as empresas isso é péssimo. As empresas no Brasil precisam se recuperar da crise, e é as empresas que tem de receber incentivos do governo, e não incentivar a prática de multas sobres as empresas. Esse bônus de eficiência foi criado no momento errado, pois vai dificultar o crescimento das empresas e com isso o desenvolvimento econômico do país.
Durante o mês de Janeiro empresários se reuniram junto a senadores para discutir o assunto, mas o governo defende que o bônus de eficiência não visa o aumento da quantidade de multas que as empresas sofrem, e sim que está é uma forma encontrada para aumentar a eficácia nas fiscalizações.
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Saiba como diminuir risco de fraudes no ambiente corporativo

As empresas estão suscetíveis à fraudes e alguns tipos de irregularidade, mas existem diversas medidas que podem reduzir estes riscos; saiba quais são

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O ambiente corporativo está sempre suscetível à fraudes e irregularidades. É possível, no entanto, aplicar algumas medidas a fim de diminuir estes riscos, evitando que as empresas tenham maiores prejuízos.

De acordo com Cynthia Catllet, diretora da área de Prática de Investigações e Riscos Globais da FTI Consulting, cada empresa deve customizar as iniciativas de acordo com sua realidade. Pensando nisso, a especialista listou três medidas para prevenção no ambiente corporativo . Confira:

 

1) Criação de uma cultural corporativa

O ambiente da empresa precisa reflitir os valores éticos e morais almejados e prepare os funcionários através de cursos e capacitação para seguir, respeitar e disseminar esses princípios.”Outro ponto imprescindível é o que chamamos de “tone at the top”, no qual a alta administração é o exemplo e o grande apoiador no desenvolvimento e implementação das diretrizes”, ressalta Cynthia.

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Erros de gerentes ruins que afastam bons funcionários

Gerentes tendem a jogar a culpa de seus problemas em tudo e em todos, ignorando o cerne da questão: as pessoas não deixam empregos, elas deixam gerentes

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É incrível quantas vezes você escuta gerentes reclamando sobre seus melhores funcionários estarem deixando seus trabalhos, e eles realmente têm motivo para reclamar – poucas coisas são tão caras e atrapalham tanto como uma boa equipe indo embora.

Gerentes tendem a jogar a culpa de seus problemas em tudo e em todos, ignorando o cerne da questão: as pessoas não deixam empregos, elas deixam gerentes.

O triste é que isso pode ser facilmente evitado. Tudo o que é necessário é uma nova perspectiva e algum esforço extra por parte do gestor.

As organizações sabem o quão importante é ter funcionários motivados e engajados, mas a maioria não consegue responsabilizar os gerentes para que isso aconteça.

Quando não sabem, a linha inferior sofre.

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Contra fraudes no Imposto de Renda, Fisco investiga redes sociais e usa até espiões

Fiscalização visa identificar se gastos de um contribuinte sob suspeita estão de acordo com a renda declarada por ele. Prazo para declaração do IR começou em 2 de março e segue até julho.

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Investigação em redes sociais de contribuintes sob fiscalização, uso de inteligência artificial e até arapongas (espiões). Essas são algumas das armas do arsenal à disposição da Receita Federal para identificar fraudes no Imposto de Renda e evitar outras formas de sonegação.

No caso do Imposto de Renda, cuja temporada de declaração começou em 2 de março e se estende até o final de abril, a Receita vem utilizando cada vez mais a inteligência artificial. Com essa ferramenta, os próprios computadores sugerem formas diferentes de cruzamento de dados para identificar casos suspeitos de fraude.

“O sistema aprende com o próprio conjunto de dados que é oferecido. Ele te traz todos os padrões, inclusive aqueles óbvios. Cabe ao fiscal filtrar o que é um padrão óbvio e um de interesse. Você usa a inteligencia fiscal da Receita olhando para aqueles padrões”, informou Juliano Brito da Justa Neves, subsecretário de Gestão Corporativa Substituto da Receita Federal.

Os casos que fogem desses padrões definidos pela Receita (que podem ser os de moradores de um mesmo bairro ou de pessoas que exercem uma mesma profissão, por exemplo), são separados para uma apuração mais detalhada.

Redes sociais

De acordo com Flavio Vilela Campos, coordenador-geral de Fiscalização do órgão, há um investimento grande em inteligência artificial. Uma vez identificado um possível sonegador, o Fisco vai atrás de mais informações e, para isso, pode procurar por informações até nas redes sociais dos contribuintes.

“Na fiscalização, já é muito comum abrir o Facebook do sujeito, do filho do sujeito. Hoje é mais um critério depois que está sendo fiscalizado”, disse Campos.

Segundo ele, o procedimento visa identificar se os gastos de um determinado contribuinte estão de acordo com a renda informada por ele na declaração de IR, além de procurar por patrimônio não declarado.

Por exemplo: um contribuinte que posta nas redes sociais fotos de viagens caras, ou que demonstra posse de um bem, como carro ou barco, que, pela declaração apresentada, ele não teria condições de comprar.

Arapongas

Por fim, o Fisco também têm servidores disfarçados, conhecidos como “arapongas”, que costumam atuar quando já há um procedimento de fiscalização aberto contra um contribuinte suspeito de fraude. Os espiões ficam lotados na Coordenação-Geral de Pesquisa e Investigação (Copei).

“A área de inteligência da Receita faz esse trabalho de busca com alguns critérios esse tipo de araponga. Ele vai na rua porque tem algum elemento. Nesse trabalho da Lava Jato, a gente tem”, disse Campos.

Segundo ele, os arapongas costumam buscar “laranjas”, ou seja, pessoas que atuam em nome de outros, geralmente escondendo patrimônio.

“Cada dia menos você fiscaliza o indivíduo. Mas eu vou ao redor dele. O araponga pode ir lá, a inteligência, vai onde ele mora, frequenta os lugares onde ele frequenta, que voce descobre quem que é o laranja dele”, disse.

“Tem que achar onde ele [fraudador] põe o patrimônio. Não deixam nada no nome deles, é tudo no nome dos outros”, disse o coordenador de Fiscalização da Receita Federal.

Fonte: G1

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